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quarta-feira, 8 de julho de 2020

The Show Must Go On




Olá pessoas.

Física - Curso de Verão 2020 - Nossa CiênciaPrimeiramente gostaria de informar que eu nem sei se vocês existem, não por algum distúrbio que não me permita identificar a realidade ao meu redor, mas por saber que meu blog é pequeno e que, no fundo, eu sempre escrevi para mim mesmo.

Até mesmo meus alunos só entram no blog para pegar este ou aquele arquivo que será utilizado em sala de aula, ninguém fica lendo o que eu escrevo (pelo menos é o que eu acho). Não fico chateado com isto, como disse, escrevo para mim mesmo. Se for útil algum dia para alguém ótimo, se não, ótimo também.

Dito isto devo dizer que o blog sempre seguiu minha carreira como professor. A maior parte dos resumos de aulas foram criados quando eu era professor em cursinhos pré-vestibular ou no ensino médio regular com vistas para o ensino superior. Isto ocorreu até meados de 2012, com o material preparado neste período sustentando o blog até 2014.

Em 2012 eu comecei a trabalhar com EJA, e seu perfil semestral e conteúdo diferenciado produziu um impacto muito grande na minha disposição de continuar criando os resumos (que eu não mais utilizava). Criei a sessão EJA para estes alunos, comecei a publicar tudo que eu tinha guardado e dei um Stand -by no blog.

Depois disto passei a postar muito pouco no corpo principal do blog (apenas atualizando a sessão EJA). Fiz meu mestrado, postei ele aqui no blog. Publiquei um ou outro arquivo que eu produzia, pensei em voltar para valer em 2018 mas não consegui. Por fim veio a pandemia do Covid-19, criei meu canal no youtube e achei que o canal produziria conteúdo novo para o blog. Mas...

Vou sair da sala de aula, vou para a área de formação de professores (por assim dizer) e o blog refletirá isto de alguma maneira. Como não tenho que alimentar o blog pensando nos meus alunos, posso voltar o blog para o que me interessa. Talvez fique mais interessante, talvez não. Mas como escrevo para mim mesmo então não tenho como errar na preferência do meu público.

E se for útil para alguém algum dia, ficarei muito feliz.

Beijo nas crianças.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Canal no Youtube.



Olá pessoas.

Em tempos de isolamento social tive que procurar novas maneiras de continuar ministrando minhas aulas, o que me levou a criar um canal no Youtube.
Francamente me sinto muito mais à vontade escrevendo do que falando no vídeo, mas a vida é aprendizado e a meta é continuar melhorando até as aulas ficarem com a forma que imagino. Pode ser que demore.

Segue a apresentação do canal








Beijo nas crianças.

P.S. Agora que parei para pensar, o nome Youtube é superantiquado, faz referências a TV de tubo em tempos de plasma e LCD…

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Stand by 2014

Olá pessoas.

Antes de mais nada o blog não morreu, mas estará em coma induzido durante algum tempo.

Na postagem anterior se foram meus últimos resumos prontos, totalizando 56 arquivos disponíveis no blog (57 se contar o sobre evidências do Big Bang). Estes arquivos representam muito mais trabalho do que aparentam. Alguns deles são a terceira ou quarta versão de um mesmo arquivo. Outros arquivos foram retirados por já terem cumprido sua função: como algumas biografias de cientistas ou textos que violam direitos autorais que não são de minha autoria.

Navegando pelo site encontrei muita coisa perdida no semi-falecido 4shared, que tanto ferrou o funcionamento do blog me ajudou no passado. Se você tiver conta lá pode dar uma olhada e ver se tem algo de interessante (tem, mas não vou comentar aqui). Há também alguns vídeos postados, que eu acho interessantes.

O futuro poderá ser decidido em um lançamento de dados. Projetos existem, claro. Mas tempo e disposição são artigos de luxo. Vou listar ai em baixo o que espero postar num futuro não muito distante, nem muito próximo...

Até lá vou deixar o blog em standy by. Vou continuar realizando atualizações pequenas e postando sem escarcéu na página interna Física, e na página do EJA. Sugestões serão sempre bem vindas. Contribuições de quantias vultuosas de dinheiro também. Para um ou para outro deixe comentário ou, preferivelmente, entre em contato pelo e-mail indicado em "Sobre"


Resumos em digitação (acertar detalhes e fazer figuras)
  • Efeito foto-elétrico (versão beta 1.0)
  • Física Moderna (versão beta 1.0)
  • Relatividade restrita (versão beta 1.0)
  • Transmissão de calor (versão beta 1.0)
  • Indução eletromagnética (versão beta 1.0)
  • Física Moderna-Modelo atômico (versão beta 1.5)

Resumos escritos (à lápis, em papel de rascunho)
  • Trabalho e à 1ª Lei da Termodinâmica
  • Ondas eletromagnéticas
  • As Leis de Kirchhoff

Projeto para novos resumos (só existem na minha cabeça, se muito)
  • Acústica-Cordas sonoras
  • Acústica-Tubos sonoros
  • Elétrica-Corrente alternada
  • Física Térmica-Diagrama de fases
  • Física Térmica-Estudo dos gases
  • Óptica-Instrumentos ópticos (provavelmente nunca)
  • Óptica-Óptica da visão
  • Outros com os quais não estou preocupado

Upgrades no blog (só existem em meu coração, não estou fazendo nada à respeito)
  • Atualizar todos os resumos para versão beta 2.0
  • Criar listas de exercícios atualizadas para todos os resumos
  • Vídeos aulas
É isso ai, bom restante de ano...

E beijo nas crianças.



segunda-feira, 9 de abril de 2012

Trabalhos escolares e bom senso: vamos reatar esta amizade? (Parte 2)

 Para ver a parte 1 clique aqui.

4- Cite a bibliografia.

Bibliografia significa, literalmente, escrever os livros.

Ou seja, após a conclusão do trabalho, cite, em uma seção própria, as fontes de onde você retirou as informações do trabalho. Em trabalhos universitários deve-se obedecer a regras rígidas no momento de se escrever a bibliografia, regras definidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). No caso de um trabalho de ensino médio ou fundamental costuma-se ser mais flexível, mas a importância de citar as fontes é a mesma.

Primeiro por uma questão de ética, deve-se dar crédito a quem merece. Depois por uma questão técnica: permitir que o leitor do trabalho (no caso o professor) possa consultar as mesmas fontes que você.

A internet trouxe inovações sobre descrever as fontes de pesquisa. De maneira bem simples valem as regras.

I- Cite o site de pesquisa com o endereço completo, seguido da data que foi acessado.

Ex: No caso de um trabalho sobre “o que é física?”, onde o conteúdo foi pesquisado neste site, pode-se fazer:

Fonte:
http://plantaofisica.blogspot.com.br/2012/03/pequeno-dicionario-de-fisica-e.html acessado em 02/04/2012

 II- GOOGLE NÂO È BIBLIOGRAFIA.

O google é uma fantástica ferramenta de BUSCA de informações na internet. Um gigantesco catálogo sem o qual estaríamos perdidos no mundo virtual. Mas é só isso.

O google por si só não possui conteúdo nenhum.

Se um aluno me entrega um trabalho com citação de fonte www.google.com e eu resolva ler o texto original no site indicado o que eu encontrarei?



Ou seja. Nada.

Citar google como bibliografia é quase tão correto quanto o aluno que vai a biblioteca encontrar um livro para realizar o trabalho e na hora da bibliografia escreve: Biblioteca!

III- Evite o Wikipédia

O wikipedia, principalmente o brasileiro, não é um site confiável. É interessante quando você que alguma informação sobre algo que não seja importante na sua vida (tipo: quem foi Darth Vader?). Para coisas importantes prefira outras fontes.

No caso particular de física, a wikipedia brasileira não foi feita para leigos. Apesar do conceito de fóton estar muito bem explicado no dia da publicação deste post, há de se concordar que se você não sabia o que era fóton continuará sem saber após ler o artigo.

Então evite.

5- Leve o trabalho a sério.

Qualquer trabalho deve ser levado a sério, inclusive (e principalmente) o escolar. Por isso algumas regrinhas ajudarão muito a você e ao seu professor.

I- Respeite as datas.


Passamos da época do “meu cachorro comeu meu trabalho”. Hoje as desculpas são outras, e sempre as mesmas. Vou mostrar uma lista de desculpas dadas pelos alunos e, entre parênteses, o que um professor pensa ao ouvi-las.


  • Esqueci meu trabalho em casa (não fez, ou fez de maneira tão desleixada que a própria existência do trabalho passou-lhe despercebida. Se eu não falasse nem lembraria).
  • Acabou a tinta da impressora (não fez, ou fez em cima da hora, pois se tivesse feito antes teria percebido que a tinta acabou e teria comprado mais).
  • O trabalho é muito difícil (não fez, ou tentou fazer em cima da hora e viu que não seria possível).
  • Faltei no dia que o senhor passou o trabalho (não fez, e dá tão pouca importância aos estudos que nem se preocupou em ver o que os professores passaram nas aulas em que ele faltou).
  • O trabalho ficou com fulano e ele faltou hoje (não fez, quem fez foi o fulano. Se o aluno realmente tivesse feito o trabalho ele o teria em mãos).
  • Não fiz por que não tenho internet (não fez, e não pensou em uma desculpa melhor. Por incrível que pareça eu não tenho internet em casa, e mantenho um blog, acesso meus e-mail e baixo escuto musica).
  • Internet é caro (não fez, e com o dinheiro que gastou nesta(e) cigarro/chapinha/celular/pizza/etc poderia acessar um ano de internet).
  • Não tive tempo (não fez, mas acompanhou todos os episódios do BigBrother, ou qualquer merda coisa que o valha).


II- Identifique-se.

Você tem 8, 9 ou 10 professores. Nós temos 300 ou 400 alunos. Escola, nome, turma, período ajudam muito. Não vai alterar sua nota, apenas garantir que ela vá para a pessoa correta.

III- Seja legível.

Letra descente é só o que peço.

IV-Seja Cuidadoso.

Uma capa para seu trabalho é um mimo que seu professore aprecia.

Mas mais do que isto. Se você realmente fez o trabalho de forma correta, você verá que ele te representa perante o professor. Ele é uma parte de você. E como tal merece todo o carinho.

É mais ou menos isto ai. Infelizmente eu só consigo escrever no blog em surtos. E neste surto expus minha opinião sobre o assunto. Se lembrar mais alguma coisa farei uma atualização.

Beijo nas crianças.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Trabalhos escolares e bom senso: vamos reatar esta amizade? (Parte 1)


Olá pessoas.

O ano passado eu fiz uma postagem explicando a forma certa de se fazer uma resenha, para lê-la clique aqui. Na época achei que era necessário porque a maioria dos meus alunos não fazia a menor idéia do que fosse isto. Confundiam com resumos ou com sei lá o que.

Desta vez resolvi fazer um post explicando como se faz um trabalho de pesquisa qualquer. Por que isto? Simples. As pessoas também não sabem fazer um trabalho de pesquisa.

Antes de mais nada quero dizer que grande parte deste desconhecimento é culpa dos professores e não dos alunos. Se alguém chega ao ensino médio sem saber como se faz um trabalho de pesquisa, é porque isto nunca lhe foi explicado (nem exigido).

Por outro lado, não vou elaborar uma mega lista de regras que devem ser seguidas a qualquer custo, o que vou expor é um pequeno conjunto de regras baseado apenas no bom senso. Tudo que vou escrever aqui deveria ser óbvio, para alunos e professores, mas a experiência mostra que não é.

1- Para que serve um trabalho de pesquisa?

A maioria dos alunos acredita, ou foi levada a acreditar, que um trabalho de pesquisa tem como objetivo final melhorar a nota. Não é verdade. Quando um professor (leia-se: um professor sério) propõe um trabalho, ele espera que você aprenda alguma coisa durante o processo. Às vezes o trabalho serve para trabalhar um conteúdo que não foi possível trabalhar em sala, outras vezes para aprofundar um conteúdo já trabalhado, pode ainda servir como uma revisão da matéria.

Em qualquer um dos casos o objetivo é que você aprenda alguma coisa sobre o assunto. Talvez esta idéia seja tão inovadora que você que tenha dificuldade de entendê-la, então vou repetir:

O TRABALHO SERVE PARA QUE VOCÊ APRENDA ALGO SOBRE O TEMA DA PESQUISA!

Qualquer procedimento que impeça, ou demonstre, que você não aprendeu nada inutiliza automaticamente o trabalho. Era melhor não ter feito, teria poupado seu tempo e o tempo do professor.

2- Não faça cópias.

O cérebro humano tem a fantástica capacidade de copiar exatamente o que está escrito em um texto sem que seja necessário qualquer entendimento a respeito do mesmo. Pode experimentar.
Alguns anos atrás, em uma pesquisa sobre a natureza da luz, realizada no wikipédia (falarei dele mais tarde) obtive a seguinte resposta sobre o conceito de fóton:

Fóton é o bóson mediador da força eletrofraca.

Antes de continuar experimente pegar um pedaço de papel e escrever exatamente a frase acima.

Fácil não?

Mas ficam as perguntas: O que é um bóson? O que é mediador? O que é a força eletrofraca? Se você não sabe então você não conseguiu aprender nada ao escrever esta frase em um papel. É um trabalho inútil, pois:

O TRABALHO SERVE PARA QUE VOCÊ APRENDA ALGO SOBRE O TEMA DA PESQUISA!

Mas isto era antigamente, quando as pessoas ainda se davam ao trabalho de ler o que estavam escrevendo (pelo menos). Hoje em dia as pessoas encontram uma página na internet, imprimem, colocam o nome à caneta em algum espaço em branco e entregam! Isto NÃO FAZ SENTIDO!

O aluno esta gastando tempo, dinheiro, prejudicando a natureza com o consumo de papel e tinta e NÃO ESTÁ APRENDENDO NADA!

Se alguém souber me explicar para o que serve um trabalho deste, por favor, deixe um comentário explicando.

A maioria das pessoas tem dificuldade em escrever um trabalho com suas próprias palavras. Mas isto é fundamental. Você deve tomar para si o assunto do trabalho, ele tem que passar a ser sua propriedade intelectual. E você só vai conseguir fazer este processo se tiver o trabalho de escrever sobre o tema usando suas próprias palavras.

Escrevendo de maneira metafórica podemos imaginar assim: quando você apenas copia o que está escrito a informação vai dos seus olhos para a sua mão sem passar pelo seu cérebro, não há aprendizagem. No entanto, ao reescrever o texto, com suas palavras, você se obriga a pensar sobre o tema e, finalmente, consegue aprender algo.

Se você tem muita dificuldade em fazer isto com um tema é porque você não deve estar entendendo nada sobre o assunto. E este tipo de coisa deve estar acontecendo há muito tempo, horas e horas de trabalho gastos a toa.

Vale aqui um aviso: dependendo da natureza do trabalho, pode fazer-se necessário copiar um ou outro trecho da fonte de pesquisa. Isto é feito, normalmente, para reforçar a argumentação do trabalho, ou para comentar a citação. Neste caso tudo bem fazer uma cópia. Mas tudo que estiver escrito em torno desta citação tem que ser de sua autoria.

3- Busque em mais de uma fonte.

Ou melhor, busque em quantas fontes forem necessárias até encontrar uma que você realmente entenda o que você está lendo. E use esta para fazer o trabalho (mas não precisa se limitar a uma única fonte, podem ser várias, que se completam).

Por exemplo, no caso do conceito de fóton talvez você encontre uma fonte com os seguintes dizeres:

Os fótons são partículas sem massa que permitem que as cargas elétricas interajam entre si.

Esta frase diz praticamente o mesmo que a explicação anterior, mas com termos mais simples de serem compreendidos, mais acessíveis. Se mesmo assim você não entendeu o que é fóton, continue pesquisando, em algum momento você encontrará uma explicação acessível, afinal:

O TRABALHO SERVE PARA QUE VOCÊ APRENDA ALGO SOBRE O TEMA DA PESQUISA!


Este é o fim do primeiro post. Em breve publico o segundo (já está escrito, é só publicar)

Beijo nas crianças.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Resenha for Dummies

Olá pessoas.

Primeiramente o texto de como fazer uma resenha não é meu. Uma professora de português me passou o texto que ela tirou não sei da onde. Com preguiça de digitar eu procurei na internet e achei duzentos moles de versões do mesmo texto.

Como o objetivo deste site é fornecer material a meus alunos, que não vão se dar ao trabalho de pesquisar o assunto no google (louvado seja seu IP), vou postá-lo novamente. Com isto estou replicando novamente um material na internet, ajudando ainda mais a comprometer o tráfego de informações relevantes na WEB.

Aqui vai:

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Modelo de Resenha

Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.

O objetivo da resenha é guiar o leitor pelo emaranhado da produção cultural que cresce a cada dia e que tende a confundir até os mais familiarizados com todo esse conteúdo.

Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.

No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.

Tipos de Resenha

Até agora eu falei sobre as resenhas de uma forma geral e livre e esses dados são suficientes para você já esboçar alguns parágrafos.

Contudo, as resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos.

Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática. Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:

1. Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;

2. Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;

3. Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;

4. Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize três a cinco parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;

5. Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido.

Dê asas ao seu senso crítico.

6. Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.

7. Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.

8. Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”

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Beijo nas crianças...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Nova Seção : Física

Olá.
Para facilitar a vida de quem está chegando agora ao blog acabei de inaugurar (sem champagne ou fita vermelha) uma nova seção ao blog. Ao clicar no menu Física na aba de navegação no topo da página você será encaminhado para uma página onde estão organizados todos os arquivos de física postados no blog.
Isto torna-rá a navegação mais simples e acabará com eventuais desculpas :)

Em tempo:
O Banner do site foi criado por um dos meus alunos e eu ainda não dei o devido crédito.


Valeu Fabrício

É isso ai...

terça-feira, 19 de abril de 2011

Resumos: Origem, versões e destino

Parte do objetivo do site é divulgar para meus alunos os resumos das aulas que ministro. Mas antes de começar a posta-los cabe algumas explicações.

Os resumos surgiram quando eu comecei a criar um acervo de aulas preparadas para diversas ocasiões, um núcleo mínimo a ser trabalhado sobre cada assunto. Após um tempo eu passei a digitar estas aulas e, apesar de se tratarem apenas de uma transcrição da lousa para uso próprio, tais resumos passaram a ser pedidos pelos alunos, como uma síntese ou, francamente, sei lá o que.

Estes resumos, extremamente simples, serão postados aqui no site como resumos versão Beta 1, ou seja, estou deixando explicito que os resumos são para quem já sabe a matéria, e não para quem quer aprender. Porém, com o passar do tempo, passei a atualizar estes arquivos, às vezes com pequenas modificações, às vezes alterando radicalmente sua estrutura, deixando-os mais parecidos com um real texto de física, para quem realmente deseja aprender.

No caso de pequenas alterações optei, só de farra, chamar o arquivo de Beta 1.1 (ou Beta 1.2) no famoso esquema de atualização de programas. Quando acho que o arquivo já esta se tornando auto-suficiente passo a chamá-lo de Beta 2 (e suas atualizações de Beta 2.1, Beta 2.2 e assim por diante). Toda esta explicação é para simplificar a minha vida neste site, se eu postar um arquivo versão tal, ou tal você já sabe o que vai encontrar.

O objetivo final é passar todos os arquivos de Beta 1 para Beta 2 no decorrer do tempo, e, quem sabe um dia, passar todos para uma versão final de usuário (versão gama). Mas isso é algo demorado que, desde já, não estou estabelecendo data final para ocorrer.

É isso ai...

domingo, 17 de abril de 2011

Apresentação e 4shared



O plantaofisica (agora no blogspot) é um site de física dedicado principalmente a alunos do ensino médio e a pré-vestibulandos. O site já tem certo histórico, primeiro do geocities e depois em domínio próprio. Porém ficou foi fechado em meados de 2008.
A proposta agora é utilizar os diversos recursos disponíveis na internet (4shared, slideshare, flickr, youtube, etc) para disponibilizar materiais diversos aos freqüentadores do site.
Como nem todos sabem usar todos os recursos disponíveis na internet este post também é dedicado a apresentar o site http://www.4shared.com/, que é um site de compartilhamento de arquivos (assim como o http://www.youtube.com.br/ é um site de compartilhamento de vídeos). Seu uso é simples, mas na duvida aqui vão algumas explicações simples:
Para demonstrar seu uso já fiz o upload de um arquivo chamado “Conceitos de mecânica” para o site. Para acessar este arquivo basta clicar aqui.
Clique no botão “Download Now” da página que surgir.

Você será redirecionado para uma página com um timer, você só poderá realizar o download após o fim da contagem, quando isto ocorrer clique em “Download file now” e o arquivo será automaticamente baixado.


Mas há dois detalhes:
1- Verifique se seu navegador (Browser) está habilitado para download, na maioria deles surge uma barra amarela no topo da página perguntando se você realmente quer baixar o arquivo.
2- Os arquivos estão no formato pdf, sendo necessário o programa Acrobat Reader para abri-los. Este programa é grátis e pode ser obtido neste link aqui.
Este procedimento é o básico para que você consiga baixar os arquivos a partir dos post do blog. A outra opção é você ir até a minha página principal do 4shared e ver todos os arquivos postados. É só clicar aqui.
É isso ai...