Depois de séculos enrolando, o isolamento do coronavírus me fez criar uma vídeo aula.
É um protótipo, estou tentando definir um formato. Gostei deste aqui, mas é bem trabalhoso.
O tema do vídeo é uma revisão do conceito de aceleração tendo em vista meus alunos do EJA, para que possamos estudar as Leis de Newton.
Obs:Veja em tela cheia.
A série Ciência Nua e crua é realmente fantástica, tanto quanto para o entretenimento e aprendizagem individual quanto como ferramenta didática (se você que está lendo isto é professor eu estou falando na teoria de Ausubel sobre subsuçores).
Este vídeo em questão é da quarta temporada, que trata de temas ligados à viagens espaciais e astronomia, e permite introduzir temas como ondas eletromagnéticas e seu uso em comunicações de maneira bem divertida.
Também mostra conceitos interessantes como capilaridade, reações químicas e botânica, tornando-se um vídeo interdisciplinar.
Este é basicamente uma repostagem (esta palavra existe?) de um trecho de um outro post.
O objetivo é simplesmente dar fácil acesso aos alunos para este vídeo, por meio da criação de um permalink.
Ou seja, assistam o vídeo que é muito bom :D
Beijo nas crianças.
Atualização.
Para os alunos do terceiro ano estou disponibilizando as orientações para o relatório sobre o vídeo:
Olá pessoas.
O estado de coma induzido do blog continua. Meu mestrado esta tomando muito do meu tempo (e paciência).
Não obstante, continuo dando minhas aulas e tenho que passar material aos meus alunos. Passei recentemente um vídeo em sala de aula e eles pediram para postar aqui no blog.
Aqui vai.
É isso ai.
Voltamos agora à nossa (des)programação normal.
Neste episodio você vai aprender como gerar (e não gerar energia), improvisar medicamentos com conhecimentos botânicos (ou tendo um jardim) e fazer alcool a partir de frutas podres (mas não é para beber!).
No segundo episódio de Ciência Nua e Crua os ciêntistas tem três dias para contruir uma bússula utilizando uma bateria de água do mar, tirar uma foto com material retirado de algas marinhas e fazer uma bandeira com tinta retirada de plantas nativas e ingredientes asquerosos.
Meu alunos sempre me perguntam sobre vida fora da Terra e sobre possíveis visitas de extraterrestres.
Para manter estas pessoas informadas resolvi criar uma página de atualização permanente sobre o assunto, onde vou postar diversos vídeos explicativos sobre o tema. Se alguém quiser saber minha opinião sobre o assunto é só assistir aos vídeos.
Boas reflexões e beijo nas crianças.
Marcelo Gleiser falando sobre a raridade da vida e da vida inteligente:
Neil degrasse Tyson sobre OVNIs e o argumento da ignorância:
Nerdologia explicando como as pirâmides podem ter sido construídas:
Eu já havia postado um vídeo desta série aqui no blog, mas não tinha explicado muito bem do que se tratava, então aqui vai:
Ciência Nua e Crua é uma fantástica série sobre ciência produzida pela BBC (Inglaterra) em colaboração com a Open University. Nesta série, uma espécie de reality show da ciência, um grupo de cientistas era desafiado a utilizar seu conhecimento para resolver diversos problemas. Para isto os participantes podiam utilizar ferramentas simples, sucatas e o que pudessem encontrar na natureza.
A série teve 6 temporadas, produzidas entre 2000 e 2005, e deixou uma legião de fãs pelo mundo. No Brasil a série foi exibida na TV Cultura e pela TV Escola (duas conhecidas campeãs de audiência) e nem todos conhecem.
Vou disponibilizar aqui o link para alguns epsódios da série para que quem não conhece possa assistir e se divertir.
O primeiro epsódio da primeira temporada chama-se "Onde estamos?" por motivos que ficarão óbvios, divirtam-se:
P.S.: O esquema da panela cortada.
Para quem não entendeu porque Jonathan Hare cortou a panela e fez aquele esquema articulado a explicação é a seguinte: para criar um meio de ajustar o aparelho à frequência da onda de rádio o dispositivo tem que ter alguma característica variável (resitência elétrica, indultância, ou capacitância). As duas placas da panela formam um capacitor de placas paralelas, ao girar uma metade sobre a outra Jonathan variava a área do capacitor e permitia ajustar a frequênca do rádio. Para quem tem mais de 30 anos isto é o esquivalente a girar o botão do rádio :D
Ok, este não é um experimento propriamente dito, é apenas uma demonstração utilizando o equipamento de laboratório. No curso de Física utilizamos tal equipamento para estudar leis de conservação da mecânica, mas podemos utilizar também para demonstrar a Primeira Lei de Newton.
Para quem não lembra desta lei (shame on you!), também chamada Lei da Inércia, ela afirma o seguinte:
"Todo corpo mantém o seu estado de repouso ou de movimento uniforme
seguindo uma linha reta, se não for compelido a mudar o seu estado por
forças nele impressas."
ou
"Um corpo tende a permanecer em seu estado de movimento, seja em repouso ou em movimento retilíneo uniforme"
(há vários outros enunciados equivalentes, mas para nós estes são suficientes)
O problema é que temos dificuldade de enxergar esta lei devido à existência de múltiplas forças atuando no problema (atrito, resistência do ar, etc). Este experimento permite que eliminemos o tal do atrito fazendo com que o "carrinho" flutue em cima de um colchão de ar.
No
ano de 2012 a escola em que eu trabalha, com alunos do EJA, fez um
projeto muito interessante. Cada turma da escola pesquisaria a respeito
de uma década e apresentaria para o restante das salas.
A
maioria das turmas optou por uma apresentação de alguns eventos
importantes da época e uma apresentação musical (minha turma produziu um
jornal impresso).
No
final eu peguei todas as gravações do evento (filmagens amadoras, sem
iluminação e captação adequada de som) e produzi um vídeo de meia hora.
Na
época não foi possível colocar o vídeo inteiro na internet, e por isso o
dividi em três partes. Mas agora consegui carregar o vídeo inteiro e
resolvi reeditar a velha postagem e exibir o vídeo na integra.
Estou postando um episódio da quinta temporada da série Ciência Nua e Crua.
Por que?
Primeiro porque a série é muito boa e se garante sozinha. Mas principalmente porque eu usei este vídeo em um de minhas aulas e estou deixando o vídeo aqui para que os alunos possam re-assistir.
No primeiro semestre de 2012 a escola na qual
leciono realizou o projeto décadas. Neste projeto cabia a cada sala, sobre a
orientação de um ou mais professores, pesquisar sobre uma década específica, de
1940 até 2010 (até 2012 na realidade) e apresentar de alguma forma o resultado
de seu trabalho ao restante da escola.
Como resultado disto houve três dias de apresentações aonde
tais trabalhos foram expostos. A maioria dos trabalhos foi exposta na forma de
uma representação teatral seguido de uma apresentação musical. A sala que coordenei optou pela criação de um jornal sobre a
década de 1960, que, surpreendentemente, foi um sucesso de público e de crítica
(pelo menos dentro da escola).
Também tive a incumbência de editar um pequeno vídeo que
representasse um resumo de todo o trabalho realizado. Este post na realidade é
para permitir que todos os alunos possam ter uma cópia do vídeo e uma cópia
digital do jornal.
Sobre o Jornal:
O jornal foi criado para ser impresso em folhas tamanho A3,
frente e verso, para que, montado, realmente se pareça com um jornal. Portanto
se você quiser uma cópia impressa proceda da seguinte forma.
Peça para imprimir a primeira página do arquivo em um dos
lados e a página dois no verso da mesma folha.
Imprima a página três do arquivo em uma nova folha e a
página 4 no verso desta.
Coloque uma folha sobre a outra se guiando pela numeração
de página do próprio jornal.
Dobre-o ao meio.
Sobre o Vídeo:
Infelizmente minha conta no YouTube só permite que eu
coloque vídeos de no máximo 15 minutos de duração, e o que eu produzi tem
aproximadamente 30 min. Então fui obrigado a quebrar o vídeo em 3 partes
menores (por questões técnica) para poder fazer o upload.
Mas estou deixando uma cópia na integra para ser
baixada clicando aqui.
Aqui estão as três partes do vídeo (Há um problema com a primeira parte, assim que eu descobrir como eu concerto).
Seguindo a fantástica série de posts preguissosos chegou o momento de um novo vídeo da série Universo Mecânico. Desta vez o tema é magnetismo, e continua valendo todas as observações de sempre sobre o uso da matemática.
Muito util para você que andou perdendo algumas aulas ou que quer fazer uma revisão do tema:
Estou postando hoje o episódio sobre ondas da série Universo Mecânico (caso o título da postagem não tenha deixado isto claro). O vídeo pode servir como uma introdução ao tema, mostrando animações, experimentos e imagens sobre o assunto. Não se deixe assustar pela matemática envolvida, se não for capaz de entendê-la é só abstrair.
Como o vídeo tem 28 minutos eu optei por dividi-lo em 3 partes.
Aqui esta a primeira parte:
Aqui esta a segunda:
E, como era de se esperar, aqui está a terceira parte:
Na década de 80 foi produzido provavelmente a melhor série televisiva sobre física de todos os tempos.
A série Universo Mecânico, produzida e apresentada pelo conceituado físico David Goodstein, apresentou ao longo de seus 52 episódios os conceitos de física e de sua história. Isto é magistralmente feito com a ajuda de animações, dramatizações e experimentos.
O único inconveniente (para alguns) é o extenso uso da matemática presente em todos os epsódios. Porém é possível aproveitar perfeitamente a série abstraindo este detalhe, ela se garante pelos conceitos e história.
A partir de hoje vou postar alguns destes vídeos para complementar o conteúdo das aulas. Além disto estou disponibilizando o download de todos os episódios na seção videos.
1-são videos interessantes. Alguns trabalham com a revisão de alguns conteúdos trabalhados, outros estão relacionados a outros assuntos trabalhados no blog.
2-Os vídeos permitem que eu faça um post gigante sem ter que escrever muito : )
Primeiro uma revisão sobre associação de resistores:
Uma revisão bem rápida do MUV, com direito a frases engraçadinhas. Para quem não sabe a equação do movimento uniforme é conhecida como sorvete (s=s0+vt), por isso ele apresenta a do MUV como sorvetão.
A função de Torricelli é decorada com a frase "vovo é quadrado, vovó é quadrada, "mais" com duas asas delta" :(.
A ultima equação apresentada chama-se regra de Merton e não sei nenhuma frase para decorá-la.
Semanas atrás eu postei o texto "Ciência e esperança" do Carl Sagan (ainda não sabe quem foi Carl Sagan? Devia ficar de castigo). Pois bem, encontrei (melhor nem saber como) um audio book do livro. Vou postar aqui apenas o capitulo supra citado.
Beijo nas crianças
*Este é um "olá pessoas" especial, dedicado aos alunos do 2B.
Estou com problemas para carregar os arquivos para o 4shared, então não poderei postar hoje os resumos de aula e listas de exercícios do mês de junho.
Assim que o problema se resolver eu coloco os links aqui no blog.
Para não passar a postagem em branco vou colocar um video com o Richard P. Feynman falando sobre as diferenças entre ciências humanas e exatas. E antes que alguem diga alguma coisa eu já adianto que sei que ele é muito radical em suas opiniões, chegando ao ponto de ser desrespitoso. Mas isto não significa que ele esteja errado.
Obs: para acessar as legendas clique em na flecha apontando para cima da barra do youtube, na opção "cc" (close caption) selecione a opção português.
Separei um vídeo, que é bem conhecido, para postar aqui no blog.
Ele mostra a famosa experiência feita pelo astronauta David Scott durante a missão da Apolo 15, isto tudo no longínquo ano de 1971.
Nesta experiência ele deixa cair uma pena e um martelo na fraca gravidade lunar, com o intuito de verificar se ambos chegariam junto ao solo como previra Galileu.
Por que estou postando isto? Por que comecei a trabalhar o assunto de queda dos corpos esta semana.
Aqui está o vídeo.
Eu sempre me perguntei qual a razão de uma missão espacial necessitar de uma pena e um martelo
P.S.É claro que eu sei porque, a frase anterior foi irônica.
O youtube pode ser uma fonte de diversão muito interessante, mas também pode ser uma boa fonte de informação. A questão é que, como tudo que está na internet, nem sempre temos a certeza de que a informação que encontramos é realmente confiável. Além disso, tem-se o problema de encontrar uma informação que seja adequada ao nosso propósito e entendimento.
Toda esta enrolação é para dizer que é realmente muito difícil encontrar bons vídeos de física na internet. Ou são muito complicados, ou muito chatos, ou os dois. Eu tinha a intenção de montar uma série de posts com vídeos de assuntos tratados no vestibular, como se fosse um roteiro de estudo para os alunos, mas estou quase desistindo.
De qualquer maneira achei um vídeo muito bom sobre velocidade média e resolvi postar aqui no blog para ver o que o povo acha. Aqui vai a parte 1:
E aqui a parte 2:
Ainda bem que eu achei estes vídeos, caso contrário teria que criar os meus, que com certeza seriam muito complicados e muito chatos.